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A voz do Povo

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15:49-- Visita_4265: Queres é uma alheira sem fio
20:17-- Visita_1885: Gondomar + chegou Chefe Alheiras Michelin com nova receita e nova fórmula de comida pré-cozinhada. E está eh !
20:07-- Visita_9666: Comida
19:44-- Visita_3640: Gondomar + cozinhados. Chegou Chefe Alheiras Michelin com nova receita e nova fórmula de cida pré-cozinhada . E está eh.
14:15-- Visita_2294: o turismo, o douro e o caralho... e eu de férias em maiorca!
10:04-- Visita_3606: Gustavo Adolfo Bécquer ;)
9:54-- Visita_8157: Qué es poesía?, dices mientras clavas
en mi pupila tu pupila azul.
Qué es poesía? Y tú me lo preguntas?
Poesía... eres tú.
22:24-- Visita_8879: Muito bem o Marco Martins em acabar com os voos ao Zoo e cultivar as subidas pelo Douro acima.
21:33-- Visita_2115: e, por fim:PORTUGAL EM MARCHA ATRÁS!
Ó Portugal
Portugal
que destes novos mundos ao Mundo
mas que
no final
com teu pequeno Portugal ficaste

perdeste quase tudo que ganhaste
a tal ponto que
chegaste ao ponto de viver
e vives do emprestado

já tiveste poderio
já tiveste honra
agora só políticos em desvario
só falam falam

bons políticos
a prometer maus a governar
bons a gamar
bons a gastar
mas maus governantes
e nada ou pouco fazer
quase só
quase sempre só a roubar

melhor é ler história do teu passado
que nos dá mais consolo que do presente tolo e ignorar a do futuro
que se augura desgraçado

Portugal
chegaste a tal estado
que
ou inventas um novo Portugal
ou nova gente
porque a gente que agora tens em ti
não é tua
mas sim do FMI

teu navegar no mar do futuro
não é por aí

tens tido tantos revezes
que cada vez mais tens menos Portugueses
.......xxxxxxxx.........Autor:Silvino Figueiredo; o Figas do Saint Pierre de Lá-Buraque Nota. Descansem, que a situação não está para poesias, mas sim, mais para hipocrisias.
21:09-- Visita_7570: Ó 2670. Não fiques com pena, que não peres grande coisa. Mas, já agora, para que abras a pestna e passes a ver ao quadrado, ofereço-te este meu "OLHAR QUADRADO"......Olhos futuros
serão quadrados
como janelas
com sentimentos debruçados nelas
vendo a todos lados

deixarão de existir olhos redondos
amendoados ou em bico

olhos quadrados será mais bonito
liga bem com o quadrado do Homem
que tendo até agora olhos redondos
tem mente quadrada

além disso
olhos quadrados dispensam sobrancelhas
e pestanas
no canto do olho não ganham remelas

olhos quadrados podem usar cortinas
ou persianas
vendo tudo entre elas
sem abrir janelas

mais que nunca
neste mundo desconfiado
é preciso ver ao quadrado
...........XXXXXXXX........Autor, desta pseudo poesia, Figas de Saint Pierre de Lá Buraque. Nota: Este ainda não ecidi se vai para o caderno dos 200, do tipo doce. Mais tarde, farei um de 200, mais à Figas.
20:27-- Visita_2353: Se frequentassem a Galeria Vieira Portuense conheciam!
19:15-- Visita_2670: Sexta Feira o Conselheiro de Estado António José Seguro ficou satisfeito por ouvir o senhor presidente da Câmara de Gondomar dizer que tem espaço no concelho para que parte do espólio de Siza Vieira possa ficar no nosso país. Infelizmente para nós Gondomarenses o seu espólio vai ser divido entre Portugal e Canadá. Vem isto a propósito de ler aqui um comentário feito às 17:22 por um poeta Figas de Saint Pierre de Lá - Buraque. Conheço muitos poetas em Gondomar, mas com este nome desconhecia. Mas 3000 poemas é obra que não deverão integrar um simples caderno. Chamo atenção do responsável pela cultura para ter atenção ao espólio poético do Figas de Sant Pierre de Lá Buraque já que o espólio do Siza voou, espero que pela TAP, para o Canadá, tal não aconteça com estes 3000 poemas, que no lugar deixado vago no pavilhão seja ocupado pelos poemas de quem tem grandíssima veia poética. António Silva
17:50-- Visita_6787: o título é "Sopa de Sonhos"
17:49-- Visita_5833: Como são bons rapaze, levam este, de bónus.------------------------------------------------SOPA DE SONHOS
A revolução
sopa de sonhos
servida em auroras de liberdade
antecedendo banquetes ao povo
que em mesas cobertas
com rendas de promessas
comeria pão
e carne de caça
nunca antes provada
em travessas da revolução

porém
com o tempo
toalhas
de rendas de promessas
foram das mesas retiradas
onde poucos muito comeram
e a muitos deixaram nadas

agora o povo
novamente sem mesas



sem toalhas
anda por aí
ajoelhando
rastejando
mendigando migalhas de “senhores”
que comem pão
amassado por suores de dores
que não tardam a comer sopa de sonhos
em manhãs de liberdade
a levantarem-se do chão
para que ponham novamente mesas
mesmo sem toalhas de rendas de promessas
para que todos se sentem e comam pão
em fatias de igualdade
mesmo à mão
mesmo sem travessas

já se sente a pressa para que isso aconteça
--------xxxxxxxxx----------Autor: Figas de Saint Pierre de Lá-Buraque
17:23-- Visita_9946: POEMA SECRETO
Desde o Big-Bang
que há um poema secreto
em que Deus registou sua identidade

cada verso uma estrela

em cada planeta
rimas são em constelações
versos andam por aí
secretos dispersos
e formam teoremas

infelizmente
à Terra não chega luz suficiente

para lermos esse poema secreto
apenas se olha para as estrelas
para a Lua
para outros planetas mas
para ler esse poema
secreto
continuamos ceguetas
não temos luz

embora
não falte quem se julgue iluminado
mas não passa de sombra
que na sombra tomba e
por certo
o poema continua secreto---------------------------Figas de Saint Pierre de Lá-Buraque
17:22-- Figas de Saint Pierr: Bem, para desanuviar um pouco, aqui fica um dos meus três mil poemas +. Este vai integrar um simples caderno de 200, deste "pseudo poeta", o Figas de Saint Pierre de Lá-Buraque.
16:43-- Visita_2072: Reza Silvino para ver se não dizes tantas asneiras, estás a baixar o teu nível com comentários fora de contexto e nem sequer piada têm, reza pode ser que o P. Mendes te perdoe!!!!
12:38-- Silvino Figueiredo: Então o BES, dentro do espírito liberal e privado não é privado, governado por privados, de quem privados tiram ou tiraram lucros?
Que é que o Estado tem a ver com negócios privados?
Ora, está-se mesmo a ver que o Estado, para o interesse privado é como rico um pomar, com muita fruta, onde querem ir comer muitos filhos da fruta! Realmente, se Portugal fosse Gondomar diria que era uma nabal, assim não, é apenas abençoado pelo Espírito Santo!Assina: Silvino Figueiredo
12:20-- Visita_1963: amém..
11:46-- Visita_5687: Concordo que deviam substituir as placas com o nome de D. Miguel. Em Gondomar D. Miguel com o seu nome em 21 arruamentos torna viva a dimensão da cultura popular e da tradição de um concelho predominantemente católica como se viu nos últimos dias com a bênção das viaturas camarárias pelo Sr. Padre Camilo.
11:38-- Visita_9730: Leia Caro Amigo Silvino o Oliveira Martins, e o que conta acerca da retirada do Porto de D. Miguel. “A cada instante parava: eram os velhos, as mulheres com as criancinhas pela mão, que vinham saudá-lo com tristes vivas, rodeando-o, pedindo-lhe a bênção. (…) D. Miguel atravessava as aldeias que o vinham esperar de joelhos, deitando-lhe flores e votos, bênçãos e aclamações”
11:37-- Visita_2866: D. Miguel foi, para além disso, um rei carismático, visto como ungido, investido numa missão histórica e providencial, que se tornou num mito nacional.
11:32-- Visita_6782: Passou pois a viver da boa-vontade do Papa e dos seus partidários. A oferta do seu tesouro pessoal para ajudar na reconstrução de Portugal suscitou a D. Pedro IV o comentário emocionado: "Isto são mesmo coisas do mano Miguel.
11:30-- Visita_6982: D. Miguel era um homem de ideais católicos e tradicionalistas, os quais defendia com frontalidade. Era pouco popular entre a burguesia, mais aberta à influência do ideário liberal, mas gozava de grande popularidade entre o povo, que, caído na miséria após as guerras contra Espanha e França, via num rei forte a figura de um salvador. A isto acresce que era a Igreja quem muitas vezes matava a fome do elevadíssimo número de mendigos e deserdados de mais de 30 anos de guerras, pelo que a inimizade dos liberais face a esta instituição terá levado a que o povo se colocasse ainda mais do lado miguelista.
11:13-- Visita_2288: A raposa velha que nunca gostou muito de se por ao sol e prefere trabalhar na sombra, anda agora a preparar (e treinar) a sua sucessora.

"Estava a bela Inês posta em sossego" e a raposa velha veio desassossegá-la!

Hoje em rodapé a TV noticia que um rico Republicano foi detido. Em poucas horas estará cá fora não tenham dúvidas. O Zé pobre coitado que roubou pão para dar comer à sua família foi preso! Ficará alguns anos dentro!

Enquanto isso a Republicana, a caduca e velha raposa de S. Pierre du Buraque, como Frei Tomás, faz o que ele diz e não o que ele faz, promete aos “nabos” o nome na praceta de um clube ou como o fez na campanha eleitoral autárquica bem “pregou” a promessa dos “bancos do arnaldo”.

Prega agora aos descrentes o nome de um rei, não se julgue qual D. Duarte, herdeiro de um conhecido pregador “Frei Vilhenas”.

Aguardemos pela presença na próxima reunião, a não ser que faça como no mandato anterior que não respondeu à chamada, em linguagem republicana diz-se “marcar falta de comparência”

Como lhe dizia P Mendes, caríssimo irmão reze para não dizer banqueiras reze!
10:12-- Silvino Figueiredo: Eu já sugeri que eliminando o nome de D. Miguel, que tem o arruamento com a maior extensão; em Gondomar; a Estrada de D. Miguel fosse eliminado e que à mesma fosse atribuído o nome Via Rei Gundemaro, pois que é donde radica o nome de Gondomar, mas ao “desgraçado” Rei Gundemaro, de que Gondomar se orgulha de descender dão apenas uma rua, quase um beco e sem saída!
Deem um passeio, pela Rua Gundemaro, que fica à direita, de quem vai para o Porto, pouco antes da antiga Interforma, e vejam a sensibilidade cultural que reina no nabal! Em qualquer cidade o nosso Rei Fundador D. Afonso Henriques, tem uma avenida, uma praça ou alameda, pois ao pobre Rei Gundemaro dão-lhe uma pequena e estreita rua que dá desaguar a um pinhal e um sucateiro! Enfim, frutos do nabal que temos.
Silvino Figueiredo
9:57-- Visita_4354: Não dá votos!. Assina Silvino Figueiredo, que se demarca, honradamente, da estupidez reinante, não só de agora, mas de todos os que tiveram o Poder e oportunidade de mudarem esta situação, nomeadamente, pós 25 de Abril, mas não o fizeram. Silvino Taveira Machado Figueiredo
9:53-- Visita_2567: Meditem bem no que representa honrar D. Miguel. Fico enojado com tana falat de sensibilidade dos nosos "democratas" que pactuam c com tal vergonhosa situação. Clar que que adivinho o "para quê mexer?! Não d
9:49-- Visita_1669: E é por eu saber da nossa história, e da vergonha que foi a tirania de D. Miguel, que atraiçoou seu irmão que acho, que acho vergonhoso e desonroso ter a "gloriosa" honra de ser o nome mais honrado em Gondomar. Enfim, é o nabal que temos, é o que a terra dá: abaixo o restp do que foi publiica, em MAio/8/2000 no JN---------------------------------------------------brindando com cálices de vinho do Porto e pão de ló “a D. Miguel e à santa religião...”

Logo a seguir às execuções, os carrascos cortaram as cabeças aos corpos inertes para que se desse total cumprimento à sentença. Com efeito constava dela que as cabeças deveriam ser espetadas em altos postes e colocadas diante das casas dos mais próximos familiares das vítimas, “como exemplo”. Simplesmente sinistro.

Pela uma hora da tarde “os trabalhos” estavam terminados. João Branco, e o outro carrasco, dirigiram-se ao tanque da Senhora da Natividade que havia onde agora está o Banco de Portugal e, com o possa, lavaram paulatinamente as facas das decapitações e as mãos e os braços “retintos de sangue”.

Um dos supliciados nas forcas da Praça Nova foi António Bernardo de Brito e Cunha, cavaleiro professo das Ordens de Cristo e da Conceição, contador da Real Fazenda. Tinha 47 anos de idade e era natural do Porto onde residia, na Rua das Taipas. A casa ainda lá está, com o brasão da família na frontaria. Consta que depois daquele trágico acontecimento, e durante muitas gerações, ninguém daquela família portuense voltou a pisar o centro da Praça Nova, em homenagem e por respeito à memória do seu antepassado.

Os corpos decapitados dos Mártires da Liberdade que morreram nas forcas da Praça Nova foram depois conduzidos pelos irmãos da Misericórdia para o adro dos enforcados e aí enterrados ao lado dos cadáveres de criminosos de delito comum. Esse cemitério ficava nas traseiras do Hospital de Santo António onde recentemente foi construída a nova fase daquele estabelecimento hospitalar.

Em 1836, três anos depois da vitória dos liberais, exactamente no dia em que se completava o sétimo aniversário da execução, os restos mortais dos liberais enforcados na Praça Nova foram trasladados para um sarcófago de pedra que depois foi colocado no átrio da igreja da Misericórdia, na Rua das Flores.

Em 18 de Junho de 1878 as ossadas dos Mártires da Liberdade deixaram definitivamente o sarcófago do átrio da igreja da Misericórdia e foram transferidas para um mausoléu especialmente construído para o efeito no cemitério privativo da Santa Casa, no Prado do Repouso, onde ainda se encontram.

Onde ir

O Porto, cioso dos seus pergaminhos que o identificam como baluarte da Liberdade, honrou os seus Mártires evocando-os na toponímia da cidade em dois sítios diferentes: Campo dos Mártires da Pátria e Rua dos Mártires da Liberdade. Foram iniciativas do Município, naturalmente apoiadas pelos munícipes. Mas o povo anónimo, esse já ant
9:49-- Visita_4385: Concordo que devia ser mudadada até porque D. Miguel nada tem se relevância para conceito pelo contrário por tudo o que fez e representa para i concelho na reunião Cãmara os vereadores do PPD deviam apresentar uma proposta para que as rua, travessa e gaveta se denomine Major Valentim dos Santos de Loureiro em vez do ferrugento D. Miguel ursupador.
9:43-- Visita_1480: Mártires Liberais

Ao recordar e dignificar os seus mártires o Porto assume-se como cidade berço da Liberdade

Convido o leitor para me acompanhar num itinerário em que se evoca um dos dias mais trágicos da história do Porto, mas que constituiu, simultaneamente, um daqueles actos de supremo sacrifício e de abnegada virtude, em que viria a assentar, mais tarde, a legenda de INVICTA que a cidade orgulhosamente ostenta no seu brasão.

Como ponto de partida sugiro o pedestal que sustenta a estátua de D. Pedro IV, na Praça da Liberdade, designação que anda indelevelmente ligada ao assunto em causa. Repare o leitor em duas placas de bronze que estão à direita e à esquerda da base do monumento. Foram ali mandadas colocar pela Câmara Municipal em 1914. Em cada uma delas estão gravados vários nomes. Correspondem aos de doze liberais que naquele mesmo local foram enforcados por ordem dos tribunais miguelistas.

Aconteceu tudo há já muito tempo. Há, exactamente, cento e setenta e um anos, ontem completados.

O dia 7 de Maio de 1829 amanheceu, no Porto, de cariz sombrio. Uma espessa e pesada melancolia envolvia toda a cidade, tão densa e húmida como a própria neblina que subia do Douro. Na então chamada Praça Nova estavam levantadas duas forcas, pintadas de roxo, à espera, se assim se pode dizer, dos liberais que haveriam de chegar “com baraço e pregão” como ordenava a sanguinária sentença. Antes, aquelas mesmas forcas haviam servido para nelas serem pendurados três ladrões de estrada. Num mero exercício de imaginação, acompanhemos os condenados, desde o edifício da cadeia, na Cordoaria, até ao cadafalso. Enquadravam um cortejo, no mínimo, sinistro. À frente a cavalaria, como nas procissões solenes, em farda de gala. A ladear os condenados, a infantaria e outros guardas apeados, de baioneta calada. O som lúgubre, produzido pelo bater dos cascos das alimárias e das botas dos soldados, no lajedo da calçada, confundia-se com as preces e os cânticos em latim dos confessores e mais padres que assistiam aos réus. Um pouco mais atrás, vinham os meirinhos e demais oficiais de justiça, envoltos no negro das suas capas tradicionais, e a fechar os irmãos da Misericórdia, de balandraus e com a bandeira alçada.

O desfile saiu do Olival, meteu à Calçada dos Clérigos e entrou na Praça Nova. Da execução da sentença encarregaram-se dois carrascos, um de Lisboa e o famigerado João Branco, do Porto, “um facínora e ébrio inveterado”, segundo se escreveu num jornal daquele tempo. Outro jornal, “O Correio do Porto”, afecto, claro, à causa miguelista, considerou a sentença que mandou para a forca os liberais, “era um serviço a Deus, a el-rei e à sociedade”.

“Porto” e pão de ló

Onde hoje está o Banco Nacional Ultramarino era o convento dos frades de S. Filipe de Néri que das janelas das suas celas assistiram a tudo, brindando com cálices de vinho do Porto e pão de ló “a D. Miguel e à s
9:30-- Visita_7980: A raposa velha que nunca gostou muito de se por ao sol e prefere trabalhar na sombra, anda agora a preparar (e treinar) a sua sucessora.
"Estava a bela Inês posta em sossego" e a raposa velha veio desassossegá-la!
9:05-- Visita_2075: Parafraseando P Mendes:

“Que venha São Tadeu apagar o que a ferrugem comeu!”

Amen!
8:49-- Visita_9828: Caríssimo Dr. Silvino Taveira Machado Figueiredo faltou no seu comentário dizer que D. Miguel saiu do reino pobre e honrado, tendo previamente restituído tudo quanto possuía.
8:38-- Visita_8769: D. Miguel comprou do seu bolso em Viena de Áustria uma preciosa caixa de instrumentos cirúrgicos destinados a todas as operações oculares, para servir de primeiro prémio dado pela real escola de cirurgia de Lisboa, junto aquele hospital.
8:35-- Visita_8778: D. Miguel chegou ao Tejo, a 22 de Fevereiro. Por este motivo houve grandes demonstrações de regozijo. Pelas 2 horas da tarde começaram a ouvir-se as salvas das fortalezas e dos navios de guerra, e por entre esse ruído festivo navegava a Pérola serenamente pelo Tejo acima. O rio estava coalhado de barcos e os navios embandeirados em arco. Esperava-se que o infante desembarcasse em Lisboa, no Terreiro do Paço, onde havia uma barraca para o receber, mas D. Miguel quis desembarcar em Belém. As infantas foram a bordo buscar o irmão, que desembarcou pelas quatro horas da tarde. O entusiasmo do povo chegou então ao delírio. De todos os lados vinha concorrendo gente que o aclamava, dando vivas e fazendo estalar milhares de girândolas de foguetes. Os sinos das torres repicavam sem cessar, e pelas ruas iam musicas que tocavam hinos alegres. A marcha até ao palácio da Ajuda foi verdadeiramente triunfal. Todas as janelas estavam adornadas com colchas de seda, e as senhoras arremessavam flores. Em volta dos coches, que subiam vagarosamente, por causa da inclinação da calçada., uma multidão enorme saudava com os gritos Viva o Senhor D. Miguel I nosso rei absoluto!, e morras a D. Pedro e à Constituição.

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