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Igreja Matriz de Rio Tinto
Encontram-se neste local alguns vestígios do antigo Mosteiro de S. Cristóvão de Rio Tinto, de freiras beneditinas, extinto em 1535.
A Igreja Matriz, construida no ano de 1768, tem um carrilhão com 17 sinos, inaugurado em 1947, e construido pela Fundição de Sinos de Rio Tinto.
No exterior, os azulejos evocam a Rainha Santa D. Mafalda, filha de D. Sancho I, que viria a falecer no antigo Mosteiro em 1290.
É dedicada a S. Cristóvão, padroeiro de Rio Tinto e dos automobilistas. Aqui se realizam as principais festas da cidade, em honra a S. Bento (11 de Julho), e S. Cristóvão (uma semana depois).
Capela de Nossa Senhora da Lapa
Situada na Rua Dr. Porfírio de Andrade, a capela de Nª. Srª. da Lapa pertencia à Quinta do mesmo nome, agora urbanizada.
É uma graciosa capela, com uma bela frontaria trabalhada com elementos da renascença. À esquerda, um campanário com sino integrado, ao qual se acede por uma escadaria de granito.
No interior, tem um altar de talha de madeira policromada, com elementos decorativos de tendência rococó. Sobre a entrada, um coro alto, com acesso pela escadaria no exterior.
Estação Ferroviária de Rio Tinto
A actual estação ferroviária de Rio Tinto, que serve as linhas do Minho e do Douro desde 1875, foi concluida em 1935, em substituição da primitiva estação que se tornara demasiado pequena. Esta encontrava-se do lado oposto da actual.
O Edifício está decorado, no átrio e na plataforma, com belos paineis de azulejos da autoria de J. Alves de Sá, da Fábrica Viúva Lamego, representando motivos naturais e cenas da vida local, onde também é lembrada a batalha de Rio Tinto.
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