VII Sec. A.C. – Domínio dos Lusitanos.
127 A.C. – domínio dos Romanos (Vila romana com termos antigos).
II Sec. D.C. – Acredita-se que a Vila de Melres estava cristianizada.
951 – Doação da Vila de Melres à Condessa Mumadona Dias, pelo Rei de Leão – Ramiro II.
1049 – Testamento de Mumadona, em que dou-a a Vila de Melres ao Convento de Guimarães.
1211/1223 – Rei Afonso II, pela lei das desamortizações, apoderou-se a favor da Coroa de várias terras dos Conventos, incluindo as do de Guimarães.
1258 – O Rei Afonso III, manda inquirir o foral de Melres.
1369 – D. Fernando I , estende o termo da cidade do Porto até Melres.
1372 – O mesmo Rei D. Fernando, ao casar-se com D. Leonor Teles, doa-lhe as terras de Melres.
1401 – O Rei D. João I, para gratificar Diogo Gonçalves Peixoto (filho), pelo modo como o serviu nas guerras com Henrique II (Castela), dá-lhe o senhorio dos casais de Melres.
1498 – Instala-se em Melres o primeiro nobre – Álvaro Brandão – que foi 1º recebedor das Cisas e Redizimas do Concelho de Melres.
1514 – Atribuição de Foral por D. Manuel I.
1661 – Rei Afonso VI, por carta de 11.6.1661, dá o senhorio da Vila de Melres ao 1º Marques de Marialva.
1762 – A correição do Porto: compreendia uma cidade, três vilas, doze concelhos, sete coutos e cinco beetrias (ou honras).
Cidade: Porto;
Vilas: Melres, Póvoa de Varzim e Vila Nova do Porto;
....
1770 – O Rei D. José I, ao dar o título de cidade a Penafiel, atribui-lhe como termo a Vila de Melres. No entanto, o povo de Melres opõe-se e continua independente.
1832/34 – As guerras entre absolutistas e liberais, envolve os nobres de Melres, como partidários de D. Miguel I.
1834 – Enquanto se aguardavam as reformas administrativas, D. Pedro IV, nomeou um provedor do Concelho de Melres.
1836 – É extinto o Concelho de Melres, para a vila ser integrada em Gondomar.
1868 – É já definitiva a integração em Gondomar.
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